Quando James Cameron nos apresentou Pandora em 2009, o mundo ficou maravilhado com as florestas bioluminescentes, as montanhas flutuantes e a conexão profunda do povo Na’vi com a natureza. No entanto, a sequência Avatar: O Caminho da Água (2022) e os próximos capítulos da franquia expandiram o universo para um cenário tão fascinante quanto a própria selva: as cidades .
Para os fãs que procuram por esse tema, a mensagem é clara: as cidades de Avatar são o espelho do que podemos nos tornar se esquecermos o chão debaixo dos pés. Elas são o cenário perfeito para o conflito final entre a máquina e a árvore, entre o progresso sem alma e a vida que pulsa. Mundo Avatar- Vida na Cidade
Queremos imaginar como seria acordar em uma cama flutuante de gel de carbono, colocar sua máscara de ar, olhar pela janula blindada e ver, ao longe, as florestas brilhantes de Eywa. Quando James Cameron nos apresentou Pandora em 2009,
É uma crítica direta ao nosso mundo atual. Moramos em "Bridgeheads" modernos: cidades de concreto, isolados da natureza, dependentes de telas e ar condicionado. Os personagens humanos que escolhem se tornar Na’vi (como Jake Sully) são aqueles que percebem que a "vida na cidade" em Pandora é uma morte lenta da alma. Com os próximos filmes já anunciados ( Avatar: O Portador do Fogo e Avatar: Buscador de Eywa ), as cidades vão evoluir. Sabemos que a RDA construiu estações de mineração na órbita baixa e outras cidades-irmãs de Bridgehead. Elas são o cenário perfeito para o conflito
A resposta é: depende do que você chama de cidade.
Os Na’vi do clã Omatikaya (floresta) vivem na Hometree (Árvore-Lar), que é uma estrutura orgânica, mas não uma cidade no sentido humano. Não há comércio, leis escritas ou burocracia.